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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Eurocopa – Prévia das Quartas de Final

Definidos os confrontos das quartas de final da Eurocopa, esse blogueiro traz uma breve analise do que deve ser cada um dos quatro jogaços que vem por aí. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

rep. tcheca x portugal REPÚBLICA TCHECA x PORTUGAL

Rep. Tcheca - Portugal

Primeira colocada do grupo A, a República Tcheca tende a sofrer contra a seleção portuguesa, e por isso conta com a inspiração de Petr Cech para conter o ímpeto de Cristiano Ronaldo e Cia. O técnico Michal Bílek ainda não sabe se poderá contar com o craque do time, Tomás Rosicky, que lesionado já ficou de fora da última rodada da fase de grupos. Caso o camisa 10 não possa jogar, a tendência é que o treinador repita a formação que bateu a Polônia, com Hubschmann plantado entre as linhas de defesa e de meio campo e Milan Baros isolado no comando do ataque, um 4-1-4-1 que conta com as boas chegadas da revelação Václav Pilar e de Jiracek, um dos destaques dessa edição da Euro. Do outro lado, Paulo Bento não deve apresentar nada diferente do que já foi visto na seleção lusa. Um 4-3-3 com Cristiano Ronaldo espetado de um lado e Nani voltando mais do outro, fechando uma linha de quatro no meio campo sem a bola, com Raul Meireles saindo mais pro lado esquerdo, deixando Ronaldo livre para decidir quando a equipe tiver a posse.

Palpite: República Tcheca 0-2 Portugal

germany - greece ALEMANHA x GRÉCIA

Alemanha - Grécia

Melhor seleção da primeira fase, com 100% de aproveitamento, a Alemanha não deverá ter vida fácil contra a famosa retranca grega. O time certamente será o mesmo de toda a primeira fase, 4-2-3-1 de muita qualidade no meio campo, com os volantes aparecendo como elementos surpresa (o que deverá ser muito importante contra a fechada seleção grega) e as infiltrações de Podolski e Muller nas diagonais; Sem poder contar com seu líder e melhor jogador, a Grécia pode se fechar ainda mais. O 4-3-3 deve ser mantido, porém com a entrada do volante Makos na vaga do suspenso Karagounis. Assim, o camisa 6 deve atuar a frente da linha defensiva, com Maniatis e Katsouranis ao seu lado, combatendo o trio de meias germânicos. Na frente, Samaras e Salpingidis, que tiveram alguma liberdade na primeira fase, dessa vez devem se comprometer mais com a marcação e voltarem acompanhando os laterais.

Palpite: Alemanha 1-0 Grécia

espanha x frança ESPANHA x FRANÇA

Espanha - França

Apontada como a melhor seleção do planeta, a seleção espanhola passou longe de mostrar futebol digno de tal posição na primeira fase da Euro. A manutenção da posse da bola ocorreu como de costume, porém, sem eficiência, com incontáveis toques de lado que não levavam perigo algum aos adversários. O time para encarar a Itália deve ser o mesmo que encerrou a fase de grupos: 4-2-3-1 com o trio Iniesta, Xavi e Silva acionando o artilheiro Fernando Torres. Do lado francês, a expectativa é em saber se a derrota para a Suécia na última rodada que culminou com a queda da invencibilidade de 23 jogos sem derrotas não vai mexer no emocional do grupo para o clássico contra a Roja. Laurent Blanc deve voltar a usar o mesmo time que usou na vitória sobre a Ucrânia (apenas com a entrada de Koscielny na vaga do suspenso Mexes), melhor aparição dos Bleus na competição: 4-2-3-1 com Nasri circulando na faixa central e Benzema saindo da área, carregando a zaga e abrindo espaço para as chegadas de quem vem de trás.

Palpite: Espanha 2-1 França

england - italy INGLATERRA x ITÁLIA

Inglaterra - Itália

Duas seleções que chegaram desacreditadas e cresceram dentro da competição. A Inglaterra, que trocou de técnico a menos de dois meses do inicio da Euro, não podia contar com Rooney nos dois primeiros jogos, e ainda assim garantiu a primeira colocação de maneira invicta, assim como a Itália, que apesar da segunda colocação em sua chave, também não foi batida. Para o duelo que vale a vaga nas semi, ingleses e italianos não devem apresentar nada diferente do que já foi mostrado. Do lado inglês, o mesmo 4-4-1-1 utilizado na última rodada contra a Ucrânia, quando Rooney estreou e fez o gol que garantiu o triunfo do English Team; Enquanto na Azzurra, Cesare Prandelli deve voltar a utilizar o sistema com três zagueiros (desfeito na última rodada contra a Irlanda, em função da necessidade da vitória), que já mostrou segurança, parando inclusive a poderosa seleção espanhola.

Palpite: Inglaterra 0-1 Itália

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Por Dentro da Euro 2012 – Grupo A

Com a Euro 2012 chegando, esse blogueiro, em parceria com o site A Prancheta, preparou um guia especial para que você fique Por Dentro da Euro. Arthur Barcelos e Rafael Andrade analisam os 16 selecionados que disputarão a segunda maior competição de Seleções do planeta, durante os meses de junho e julho na Polônia e Ucrânia.

GRUPO A

- Polônia (Por Arthur Barcelos)

Sem tradição na Euro, os anfitriões poloneses esperam que o fator casa contribua para acabar com esse tabu. E com um bom elenco, a equipe comandada pelo experiente Franciszek Smuda pode vir a ser a grande surpresa desta edição.

Como é uma das sedes, a alvirrubra não participou das Eliminatórias, com isso, o selecionado polonês disputou 12 amistosos, quase sempre contra adversários do mesmo nível, ou mesmo superiores. Não fizeram feio, entretanto, não brilharam. Foram 5 vitórias – sendo uma delas sobre a Argentina –, 5 empates – com destaque para o 2x2 com os rivais alemães – e 2 derrotas – para as boas seleções de França e Itália.

Jogos
08/06 – Polônia x Grécia
12/06 – Polônia x Rússia
16/06 – República Tcheca x Polônia

Time-base

Polônia
Smuda é mais um adepto do 4-2-3-1, o “esquema da moda”. E o esquema tático contribui para a forma de jogar do time polonês, com compactação e velocidade. Com volantes de mais marcação e pouco ímpeto ofensivo, os componentes da linha três meias têm liberdade para encostarem no centroavante, sem deixá-lo isolado entre os beques adversários. Com um lateral-direito de origem, um “quarto-zagueiro” e um lateral-esquerdo que pouco apoia, o direito, Lukasz Piszczek tem a cobertura necessária para que faça como em seu clube, o Borussia Dortmund: avançar. E por ali, forma ótima parceria com seu companheiro de time, Blaszczykowski.

O cara – Jakub Blaszczykowski
kuba2 Capitão e líder do time, Blaszczykowski, apelidado de Kuba – por motivos óbvios –, tem na velocidade sua principal característica. Sempre eficiente em arrancadas, Kuba ótima válvula de escape para o time polonês, bem como em contra-ataques. E como já citado anteriormente, se entende muito bem com Piszczek pelo flanco destro.

 

Olho nele – Robert Lewandowski
lewandowski2 Artilheiro do campeão alemão, outro do Borussia Dortmund, e o terceiro com mais gols na Bundelisga 2011/12, com 22 tentos marcados, Lewandowski evoluiu muito na atual temporada, juntamente com sua equipe, que se recuperou do começo ruim de época, chegando ao bi. O polonês é um centroavante completo, e sabe ser decisivo, apesar de alguns gols “fáceis” que costuma perder. É também o artilheiro da Seleção em 2011, com quatro gols marcados.

 

Ponto Forte – Velocidade
Especialmente pelo lado direito, como já frisado anteriormente. Um time muito compactado e com saída de bola rápida e objetiva. Tem também na referência do ataque como ponto forte, onde Lewandowski cumpre o papel de pivô com muita qualidade, facilitando o trabalho dos meias.

Ponto Fraco - Experiência
Apesar dos bons nomes, esse é o principal problema do selecionado polonês. E a falta de experiência pode pesar numa Euro, ainda mais com a pressão de jogar em casa. Smuda terá a difícil missão de controlar sua equipe.

- Grécia (Por Rafael Andrade)

Depois de nove anos comandando a Grécia, o alemão Otto Rehhagel, campeão europeu com a seleção do país em 2004, não resistiu à fraca campanha na Copa do Mundo de 2010 e acabou substituído pelo português Fernando Santos.

Sob a batuta do gajo e em um grupo relativamente fraco nas eliminatórias, Os Helênicos conseguiram de maneira tranquila e invicta sua vaga na Euro. Foram 7 vitórias e 3 empates, com 14 gols pró e 5 contra.

Jogos
08/06 – Polônia x Grécia
12/06 – Grécia x República Tcheca
16/06 – Grécia x Rússia

Time-base

Grécia
Tendo como base o mesmo 4-2-3-1 de seu antecessor, Fernando Santos mexeu apenas na maneira da equipe jogar, dando mais liberdade aos seus meias-extremos, para que esses busquem as infiltrações em diagonal. A exemplo de Rehhagel, Santos também privilegia a defesa e explora bastante os contragolpes e as jogadas de bola parada.

O Cara – Giorgos Karagounis
Karagounis Basicamente é o responsável por todas as ações ofensivas da seleção helênica. Seja com lançamentos precisos ou nas bolas paradas, o fato é que quase sempre o experiente e talentoso meia deixa seu carimbo nos lances de perigo à meta adversária. Carrega consigo a faixa de capitão e esteve presente no grupo que faturou a Europa em 2004.

Olho nele – Georgios Samaras
Samaras Medindo 1,93m, o atacante do Celtic tem nas bolas aéreas o seu grande trunfo, porém, engana-se quem pensa que o repertório do avante se resume nas jogadas por cima. Veloz atuando pelos lados do campo, o grandalhão é ainda um grande garçom, criando lances de perigo partindo da ponta esquerda e servindo seus companheiros.

Ponto Forte – Bolas paradas
O veterano Karagounis é um especialista nesse tipo de lance, sempre levando perigo, seja nas cobranças de faltas frontais, ou em faltas laterais e escanteios, onde costuma colocar a bola na cabeça de algum companheiro para finalizar.

Ponto Fraco – Improdutividade ofensiva
Apesar do bom desempenho com as bolas paradas, a seleção grega teve o terceiro pior ataque das Eliminatórias – dentre aquelas seleções que conseguiram vaga. No entanto o “problema” que já persiste desde os tempos de Otto Rehhagel, torna-se menor em função da solidez defensiva helênica.

- Rússia (Por Rafael Andrade)

Depois do fiasco de Guus Hiddink caindo diante da Eslovênia na repescagem e ficando sem a vaga na Copa do Mundo da África do Sul, outro holandês assumiu o comando da seleção russa, o experiente e vencedor Dirk Advocaat.

Sob a batuta do treinador que ganhou tudo comandando o Zenit St. Petersburg, a Rússia não encontrou dificuldades nas Eliminatórias para o certame continental. Em 10 jogos, foram 7 vitórias, 2 empates e apenas 1 derrota, tendo anotado 17 tentos e sofrido apenas 4. Agora, a expectativa é de que Os Soviéticos, no mínimo, repitam a excelente campanha da última Euro, quando caíram na semifinal para a campeã Espanha e acabaram com a quarta colocação.

Jogos
08/06 – Rússia x Republica Tcheca
12/06 – Polônia x Rússia
16/06 – Grécia x Rússia

Time-base

Rússia
O 4-3-3 de Advocaat tem como prioridade estabelecer uma retaguarda sólida, com laterais contidos e uma trinca de meias pegadores à frente da defesa. Na frente, Arshavin procura as infiltrações em diagonal partindo da esquerda e abrindo o corredor para esporádicas descidas de Zhirkov. Do outro lado, Dzagoev busca mais o fundo do campo para servir o grandalhão Pavlyuchenko.

O Cara – Andrei Arshavin
Arshavin2 A fase ruim no Arsenal ficou para trás. Emprestado ao Zenit, o meia-atacante “voltou pra casa” e reencontrou seu bom futebol. Capitão e astro maior do esporte no país, é do camisa 10 a missão de criar as principais jogadas ofensivas da Rússia, sempre aliando velocidade e habilidade pelo flanco esquerdo do campo.

Olho Nele – Alan Dzagoev
Dzagoev2 Veloz e com boa visão de jogo, o jovem meia do CSKA Moscou é uma das apostas de Advocaat. Jogando na beirada direita da meia cancha, o camisa 11 pode tanto centralizar para articular da faixa central como buscar as jogadas de linha de fundo, em ambas, é muito perigoso.

Ponto Forte – Defesa sólida
Como já fora dito, o técnico Dirk Advocaat gosta de armar sua equipe de trás pra frente, priorizando seu sistema defensivo. Contando com o entrosamento dos atletas que já atuam juntos em suas equipes - são quatro do CSKA Moscou e quatro do Zenit -, além de um baita goleiro, a seleção russa terminou as Eliminatórias com a segunda melhor defesa, com apenas quatro tentos vazados – a melhor foi a da Itália, que sofreu apenas dois.

Ponto Fraco – Irregularidade dos atletas
Arshavin, Dzagoev e Zhirkov, três dos principais nomes da seleção russa – ao lado do goleiro Akinfeev – são jogadores de talento inquestionável, mas que sofrem com uma inconstância em suas carreiras, marcadas por altos e baixos. Caso cheguem voando na competição, é certeza de uma Rússia forte, capaz de fazer uma nova boa campanha, caso contrário, a seleção vermelha não deverá ir muito longe.

- República Tcheca (Por Arthur Barcelos)

Com uma campanha irregular nas Eliminatórias, os tchecos garantiram mais uma vez a presença na Euro – desde a separação da Tchecoslováquia, o selecionado da Europa Central sempre teve presença garantida na competição: vice em 96, fase de grupo em 2000, semifinal em 2004 e fase de grupo em 2008.

É baseada nessas boas campanhas que o time de Michal Bílek espera ser a “zebra” desta Euro. Nas Eliminatórias, foram 4 vitórias, 1 empate e 3 derrotas na fase de grupo, que garantiram o segundo lugar num grupo com a poderosa Espanha, Escócia, Lituânia e Liechtenstein. Na fase do playoff, uma classificação sem maiores dificuldades sobre Montenegro, com vitórias por 2x0 e 1x0.

Jogos
08/06 – Rússia x República Tcheca
12/06 – Grécia x República Tcheca
16/06 – República Tcheca x Polônia

Time-base

República Tcheca
Diferentemente de Polônia e Grécia, a República Tcheca de Bílek costuma jogar no 4-4-1-1, bem ao estilo inglês. Com um meio-campo qualificado no toque de bola – especialmente pelos box-to-box’s Plasil e Jirácek e o meia Rosicky –, o time também costuma jogar pelos flancos com os wingers, geralmente Rezek e Pilar. Na frente, Pekhart faz o papel do “poste”, sendo importante no jogo aéreo e no trabalho do pivô, segurando a bola até que os meias encostem.

O cara – Tomás Rosický
rosicky Experiente, capitão e bom de bola. Rosický em boa forma é essencial para o selecionado tcheco, o motor do time ao lado de Plasil. É dos pés do meia do Arsenal que surgem as principais jogadas de ataque, e talvez por isso o time possa não ir longe, graças à irregularidade do camisa 10, bem como de seus problemas físicos.

Olho nele – Václav Pilar
pilar Baixinho, rápido e incisivo. Esse é Pilar, um dos destaques do Viktoria Plzen na temporada, o winger ganhou espaço com Bílek no time, pelo lado esquerdo, onde pode ser perigoso com jogadas de linha de fundo ou infiltrações na área. E foi decisivo na classificação da equipe para a Euro, marcando o primeiro gol da vitória de 2x0 sobre Montenegro, nos playoffs das Eliminatórias.

Ponto Forte – Volume de jogo
A República Tcheca é um time que possui um bom volume de jogo, muito por causa da qualidade no passe de seus meias. Porém, possui dificuldades em marcar gols, devido a falta de um centroavante “matador”, decisivo. Nas Eliminatórias, os meias compensaram a improdutividade de Baros e Pekhart.

Ponto Fraco – Inconstância
Capaz de perder para a Lituânia em casa e golear a mesma fora de casa. Essa é a equipe de Bílek, que precisa ajeitar problemas como esse o quanto antes.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Jogo 36 – Grécia 0x2 Argentina

gre-arg4

Logo WC10

A Argentina entrou em campo com um time bastante modificado, apenas 4 jogadores do time considerado titular por Maradona foram pro jogo. Romero, Demichellis, Verón e o astro Lionel Messi, que pediu para jogar e de quebra vestiu a braçadeira de capitão.

E mesmo com o time desfigurado e a Grécia tendo a obrigação de vencer para sonhar com a vaga, a Argentina dominou completamente o jogo. Dominou a tal ponto de que aos 15 minutos de jogo se via com 83% da posse de bola, um número absurdo. A seleção grega se portou como de praxe, na retranca, formando uma linha de cinco homens na entrada da área, uma outra linha com quatro homens um pouco a frente e o solitário Samaras no comando do ataque. Algo inimaginável para quem precisa vencer um jogo. Com tal ferrolho, o time argentino por mais que tinha a posse da bola, não conseguia criar grandes chances, especialmente pela bela marcação sobre o capitão Messi, que sempre que dominava a bola, tinha um jogador na marcação e outros dois na cobertura. Diante disso, o primeiro tempo foi um tanto chato, sonolento, sem grandes chances.

Na volta do intervalo, um lance serviu para animar um pouco mais o jogo, e se engana quem pensa que essa chance foi da Argentina. Em falha de Demichellis, Samaras ficou cara a cara com Romero e bateu pra fora. Mas logo a Grécia voltou a se fechar e a Argentina continuou martelando, até que aos 33 minutos, enfim saiu o gol. Em cobrança de escanteio de Di Maria, Demichellis tentou o cabeceio que foi travado, mas fuzilou na sobra para abrir o marcador. No fim da partida, Messi resolveu aparecer mais, e por pouco não marcou o seu. Primeiro fez boa jogada pela esquerda e soltou a bomba na trave, e no segundo lance, arriscou de fora da área, o goleiro espalmou e no rebote Martin Palermo bateu para ampliar.

Argentina venceu mais uma e garantiu o primeiro lugar e o jogo merece alguns destaques. Lionel Messi segue sem marcar no Mundial, e justamente na sua pior atuação entre as três até agora, ganhou da FIFA o prêmio de melhor em campo. Dos testes feitos por Maradona, Javier Pastore que entrou no segundo tempo foi o melhor deles. O meia do Palermo entrou muito bem, centrou bem o jogo, controlou a partida, fez belos lançamentos e criou uma boa dor de cabeça no técnico Diego Armando Maradona.

FICHA TÉCNICA

GRÉCIA 2x0 ARGENTINA

ESTÁDIO: Peter Mokaba, Polokwane (AFS)
DATA E HORA: Terça-feira, 22 de junho de 2010, às 15h30 (de Brasília)
ÁRBITRO: Ravshan Irmatov (UZB)
AUXILIARES: Rafael Ilyasov e Bakhadyr Kochkarov (UZB)
CARTÕES AMARELOS: Katsouranis (GRE)
GOLS: Demichelis, 33'/2ºT, Palermo, 43'/2ºT

GRÉCIA: Tzorvas, Vyntra, Karagounis, Papadopoulos e Torosidis (Patsa, 9'/2ºT); Moras, Sokratis, Katsouranis (Ninis, 9'/2ºT), Karagounis (Spyropoulos, intervalo) e Tziolis; Samaras
T: Otto Rehhagel

ARGENTINA: Romero, Otamendi, Burdisso, Demichelis e Clemente Rodríguez; Bolatti, Verón e Maxi Rodríguez (Di María, 18'/2ºT); Messi, Agüero (Pastore, 31'/2ºT) e Milito (Palermo, 35'/2ºT)
T: Diego Maradona

gre-arg

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Jogo 19 – Grecia 2-1 Nigeria

Greece v Nigeria Group B 2010 FIFA World Cup 8NCjdNPJQcIl

FIFA-Wold-Cup-Logo As seleções de Grécia e Nigéria protagonizaram um dos jogos mais emocionantes da Copa até o momento. A partida começou lenta e com poucas alternativas, mas contou com um segundo tempo eletrizante, que sacramentou a vitória grega por 2 a 1, de virada. Motivo de lamentação da Nigéria, que saiu na frente, mas sofreu com uma expulsão infantil de Kaita ainda na etapa inicial. Os africanos continuam sem conseguir um pontinho sequer, e têm poucas chances de classificação no Grupo B da competição.

FICHA TECNICA

GRÉCIA 2x1 NIGÉRIA

ESTÁDIO: Free State, Bloemfontein
DATA E HORA: Quinta-feira, 17 de junho de 2010, às 11h (de Brasília)
ÁRBITRO: Oscar Ruiz (COL)
AUXILIARES: Abraham González e Humberto Clavijo (COL)
CARTÕES AMARELOS: Sokratis, Tziolis (GRE)
CARTÃO VERMELHO: Kaita (NIG), aos 33'/1ºT
GOLS: Uche (0-1), aos 12'/1ºT; Salpingidis (1-1), aos 43'/1ºT; Torosidis (2-1), aos 25'/2ºT

GRÉCIA: Tzorvas, Kyrgiakos, Vyntra, Papadopoulos e Torosidis; Sokratis (Samaras, 37'/1ºT), Tziolis e Katsouranis; Salpingidis, Karagounis e Gekas (Ninis, 34'/2ºT)
T: Otto Rehhagel

NIGÉRIA: Enyeama, Odiah, Yobo, Shittu e Taiwo (Echiejile, 10'/2ºT, depois Afolabe, aos 32'/2ºT)); Etuhu, Haruna, Kaita e Uche; Odemwingie (Obasi, intervalo) e Yakubu
T: Lars Lagerback

Gre-Nig

sábado, 12 de junho de 2010

Copa do Mundo – 2º dia

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O segundo dia de Copa do Mundo começou com um jogo onde o nível técnico não era de grande primasia. E com um pouco mais de organização e muito mais talento, a Coréia do Sul bateu a frágil seleção da Grécia por 2 a 0, com gols de Lee Jung Soo e Park Ji Sung. O time asiatico larga na frente na briga pela segunda vaga do grupo ( levando em conta que a primeira deve ficar com a cabeça de chave Argentina), e pelo bom futebol apresentado, pode dar trabalho. Já a Grécia, se mostrou uma seleção fraca, sem variações de jogo e sem recursos para agredir o adversário.

South Korea v Greece Group B 2010 FIFA World LkznRlU72zAl

No segundo cotejo do dia, muita expectativa em torno da estréia da Argentina contra a Nigéria. E os argentinos não decepcionaram, derrotaram os africanos por 1 a 0, gol de Heinze, mas poderia ter sido muito mais não fosse a brilhante atuação do goleiro Eneyama. Messi, ao contrário do que muitos dizem, jogou muito bem pela sua seleção, chamou o jogo pra si, partiu pra cima diversas vezes e só não marcou o seu devida a excelente partida do arqueiro adversário. No entanto, nem tudo são flores no reino de Maradona. Ficou evidente uma deficiência na marcação da alvi-celeste, especialmente pelo lado direito, onde Jonás Gutierrez joga na lateral, fora de sua posição original e ainda não conseguiu se encaixar no quarteto defensivo hermano.

Argentina v Nigeria Group B 2010 FIFA World _8g4JjdVE7Wl

Já na terceira e última partida desse segundo dia de Mundial, um clássico entre Inglaterra e Estados Unidos. E começou quente, com um gol de Gerrard abrindo o placar para os ingleses logo aos 4 minutos de jogo. A partir daí, o jogo esfriou, a seleção inglesa passou a cadenciar mais a partida e os americanos buscavam o empate em raros contra ataques, e em uma roubada de bola no fim da primeira etapa, Dempsey arriscou de longe, sem muitas pretensões e...um FRANGAÇO do goleiro inglês Robert Green. Como já foi alertado aqui mesmo no blog, os goleiros do English Team não transmitem confiança aos seus torcedores e é o grande ponto fraco da seleção de Fabio Capello. No segundo tempo, a Inglaterra bem que buscou o gol da vitória, mas parou na falta de pontaria de seus atacantes e nas belas defesas de Howard, que ao contrário de Green, ajudou sua seleção a garantir um precioso ponto.

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Amanhã, no terceiro dia de Copa do Mundo, mais três jogos. Fechando o grupo C, Argélia e Eslovênia vão a campo lutar pela liderança do grupo as 8:30. As 11h, Gana e Sérvia abrem o grupo D, e encerrando os jogos do dia, a cabeça de chave Alemanha encara a Austrália as 15:30.