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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Eurocopa – Prévia das Quartas de Final

Definidos os confrontos das quartas de final da Eurocopa, esse blogueiro traz uma breve analise do que deve ser cada um dos quatro jogaços que vem por aí. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

rep. tcheca x portugal REPÚBLICA TCHECA x PORTUGAL

Rep. Tcheca - Portugal

Primeira colocada do grupo A, a República Tcheca tende a sofrer contra a seleção portuguesa, e por isso conta com a inspiração de Petr Cech para conter o ímpeto de Cristiano Ronaldo e Cia. O técnico Michal Bílek ainda não sabe se poderá contar com o craque do time, Tomás Rosicky, que lesionado já ficou de fora da última rodada da fase de grupos. Caso o camisa 10 não possa jogar, a tendência é que o treinador repita a formação que bateu a Polônia, com Hubschmann plantado entre as linhas de defesa e de meio campo e Milan Baros isolado no comando do ataque, um 4-1-4-1 que conta com as boas chegadas da revelação Václav Pilar e de Jiracek, um dos destaques dessa edição da Euro. Do outro lado, Paulo Bento não deve apresentar nada diferente do que já foi visto na seleção lusa. Um 4-3-3 com Cristiano Ronaldo espetado de um lado e Nani voltando mais do outro, fechando uma linha de quatro no meio campo sem a bola, com Raul Meireles saindo mais pro lado esquerdo, deixando Ronaldo livre para decidir quando a equipe tiver a posse.

Palpite: República Tcheca 0-2 Portugal

germany - greece ALEMANHA x GRÉCIA

Alemanha - Grécia

Melhor seleção da primeira fase, com 100% de aproveitamento, a Alemanha não deverá ter vida fácil contra a famosa retranca grega. O time certamente será o mesmo de toda a primeira fase, 4-2-3-1 de muita qualidade no meio campo, com os volantes aparecendo como elementos surpresa (o que deverá ser muito importante contra a fechada seleção grega) e as infiltrações de Podolski e Muller nas diagonais; Sem poder contar com seu líder e melhor jogador, a Grécia pode se fechar ainda mais. O 4-3-3 deve ser mantido, porém com a entrada do volante Makos na vaga do suspenso Karagounis. Assim, o camisa 6 deve atuar a frente da linha defensiva, com Maniatis e Katsouranis ao seu lado, combatendo o trio de meias germânicos. Na frente, Samaras e Salpingidis, que tiveram alguma liberdade na primeira fase, dessa vez devem se comprometer mais com a marcação e voltarem acompanhando os laterais.

Palpite: Alemanha 1-0 Grécia

espanha x frança ESPANHA x FRANÇA

Espanha - França

Apontada como a melhor seleção do planeta, a seleção espanhola passou longe de mostrar futebol digno de tal posição na primeira fase da Euro. A manutenção da posse da bola ocorreu como de costume, porém, sem eficiência, com incontáveis toques de lado que não levavam perigo algum aos adversários. O time para encarar a Itália deve ser o mesmo que encerrou a fase de grupos: 4-2-3-1 com o trio Iniesta, Xavi e Silva acionando o artilheiro Fernando Torres. Do lado francês, a expectativa é em saber se a derrota para a Suécia na última rodada que culminou com a queda da invencibilidade de 23 jogos sem derrotas não vai mexer no emocional do grupo para o clássico contra a Roja. Laurent Blanc deve voltar a usar o mesmo time que usou na vitória sobre a Ucrânia (apenas com a entrada de Koscielny na vaga do suspenso Mexes), melhor aparição dos Bleus na competição: 4-2-3-1 com Nasri circulando na faixa central e Benzema saindo da área, carregando a zaga e abrindo espaço para as chegadas de quem vem de trás.

Palpite: Espanha 2-1 França

england - italy INGLATERRA x ITÁLIA

Inglaterra - Itália

Duas seleções que chegaram desacreditadas e cresceram dentro da competição. A Inglaterra, que trocou de técnico a menos de dois meses do inicio da Euro, não podia contar com Rooney nos dois primeiros jogos, e ainda assim garantiu a primeira colocação de maneira invicta, assim como a Itália, que apesar da segunda colocação em sua chave, também não foi batida. Para o duelo que vale a vaga nas semi, ingleses e italianos não devem apresentar nada diferente do que já foi mostrado. Do lado inglês, o mesmo 4-4-1-1 utilizado na última rodada contra a Ucrânia, quando Rooney estreou e fez o gol que garantiu o triunfo do English Team; Enquanto na Azzurra, Cesare Prandelli deve voltar a utilizar o sistema com três zagueiros (desfeito na última rodada contra a Irlanda, em função da necessidade da vitória), que já mostrou segurança, parando inclusive a poderosa seleção espanhola.

Palpite: Inglaterra 0-1 Itália

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Ecos da Euro 2012

GRUPO A

  • Motivada pelo fator casa, a Polônia começou com tudo e fez um primeiro tempo excepcional e surpreendente contra a Grécia no jogo de abertura da Euro, onde saiu vencendo por 1 a 0, gol de Lewandowski. Porém, na segunda etapa, o ritmo da equipe não foi o mesmo e os anfitriões acabaram levando o empate, em gol de Salpingidis. E poderia ter sido pior, não fosse a penalidade defendida pelo goleiro reserva Tyton, que substituiu Szczesny expulso e parou a cobrança de Karagounis. No outro jogo da primeira rodada, um show russo pra cima da fraca Republica Tcheca. Sonoros 4 a 1, com apresentação de gala de Dzagoev, autor de dois gols. Os outros foram anotados por Shirokov e Pavlyuchenko pela Rússia e Pilar pelos tchecos.
  • Na segunda rodada, a Republica Tcheca conseguiu se recuperar da goleada sofrida na estréia, e de forma rápida. Em cinco minutos de jogo, Jiracek e Pilar fizeram dois a zero no placar que praticamente definiram a fatura. Na segunda etapa, em falha grotesca de Cech, Gekas ainda diminuiu, mas não foi o suficiente. Depois da magnífica primeira partida, cresceu a expectativa sobre a Rússia, que no entanto, dessa vez não passou de um empate contra a Polônia, que deixa claro que o seu “melhor jogador” é o motivacional de jogar em casa. No fim, um tento pra cada lado, gols de Dzagoev, artilheiro da competição, e Kuba.

 

  • SITUAÇÃO DO GRUPO

 

P

GP

GC

SG

Russia

4

5

2

3

Rep. Tcheca

3

3

5

-2

Polonia

2

2

2

0

Grécia

1

2

3

-1

Na última rodada, Polonia e Republica Tcheca travam confronto direto, onde quem vencer se classifica. Em caso de empate, abre a brecha pra uma possível classificação grega, que pra isso precisaria vencer a Russia, que por sua vez, só precisa de um empate para se garantir na outra fase. Em caso de vitória, assegura a primeira colocação.

  • O LÍDER

RussiaUma vitória soberba sobre a Republica Tcheca e um empate contra os anfitriões poloneses. Essa é a campanha da Russia do português Fernando Santos, de meio campo de pegada e uma trinca de frente envolvente, contando especialmente com o brilho de Dzagoev.

GRUPO B

  • Cotada como uma das principais favoritas a conquista do continental, a seleção holandesa foi a maior decepção da primeira rodada. Caiu para a Dinamarca, apontada como o “patinho feio” do grupo da morte, que com gol de Krohn-Dehli largou na frente na briga por uma das vagas. No outro confronto, Portugal deu trabalho, meteu bola na trave, mas não conseguiu segurar o ímpeto dos alemães, que também asseguraram os três pontos com a vitória pela vantagem mínima, gol de Mario Gomez.
  • Dessa vez parecia que Portugal não vacilaria. Abriu 2 a 0 fácil com Pepe e Postiga, envolvendo a Dinamarca, que ainda conseguiu diminuir no fim da primeira etapa com Bendtner. No segundo tempo, após várias chances desperdiçadas de Cristiano Ronaldo, Bendtner voltou a marcar e igualou o placar, porém no fim, Varela em lance grotesco conseguiu o gol que garantiu o triunfo lusitano. Alemanha e Holanda fariam o jogo mais aguardado da primeira fase da Euro. Holandeses precisando desesperadamente da vitória para se recuperar do fracasso na primeira rodada e alemães esperando confirmar o status de maior favorita ao título. E com duas assistências primorosas de Schweinsteiger, Mario Gomez confirmou a boa fase e meteu 2 a 0 logo na primeira etapa. Ainda por cima, se juntou a Dzagoev na artilharia da competição. No segundo tempo, Van Persie em bela jogada ainda diminuiu em belo gol, porém ficou nisso.

 

  • SITUAÇÃO DO GRUPO

 

P

GP

GC

SG

Alemanha

6

3

1

2

Portugal

3

3

3

0

Dinamarca

3

3

3

0

Holanda

0

1

3

-2

Para a Holanda, só interessa a vitória sobre Portugal, e ainda contar com uma vitória da Alemanha sobre a Dinamarca. Por outro lado, os portugueses também precisam vencer para não depender do outro jogo. No outro duelo, dinamarqueses na mesma situação de portugueses, precisando da vitória para se assegurarem independente de outro resultado. Para os alemães, um empate é suficiente para garantir o primeiro lugar do grupo, mas fica a busca pela manutenção dos 100% de aproveitamento.

  • O LÍDER

AlemanhaÚnica seleção com 100% de aproveitamento, os alemães vem mostrando porque são apontadas como a maior favorita a conquista da Euro. Apresentando um futebol envolvente e seguro, a seleção germânica vai conseguindo as vitórias, contando ainda com os gols do artilheiro Mario Gomez, que vive ótima fase.

GRUPO C

  • Logo na estréia, um clássico dos dois últimos campeões do mundo, mas em momentos totalmente distintos. A favorita Espanha contra a desacreditada Itália. Desacreditada sim, porém, dona de uma camisa muito pesada, que mesmo com menor posse de bola, empurrou os espanhóis para seu campo de defesa e fez de Casillas o nome do primeiro tempo. No segundo, a Espanha apresentou o futebol que todos esperavam e passou a dar mais trabalho a Buffon, mas saiu atrás no placar, em gol do matador Di Natale. Porém, três minutos depois, Fabregas aproveitou lindo passe de Silva, igualou e deu números finais ao marcador. No outro jogo do grupo, a retranca irlandesa foi por água abaixo logo aos três minutos, quando Mandzukic abriu o placar para os croatas. Ledger conseguiu o empate pouco depois, dando a impressão que a retranca voltaria a funcionar. Porém, um gol de Jelavic no fim do primeiro tempo e outro de Mandzukic no começo do segundo, jogaram por terra as chances irlandesas e garantiram os três primeiros pontos aos croatas.
  • A Itália entrou contra a Croácia com a missão de confirmar o bom futebol apresentado contra a Espanha. O gol de Pirlo no fim do primeiro tempo deixou a impressão que dessa vez a Azzurra conseguiria a vitória. No entanto, Mandzukic na segunda etapa anotou o gol de empate e se juntou a Dzagoev e Mario Gomez na artilharia do continental. Por outro lado, a Espanha tinha a missão de apresentar bem mais do que mostrou na estréia. E fez em grande estilo. Del Bosque corrigiu o erro do primeiro jogo e dessa vez escalou um centroavante de oficio na referencia do ataque, e viu logo os resultados, com os dois gols de Torres. Silva e Fabregas também fizeram e confirmaram a goleada por 4 a 0 que garantiu a liderança espanhola e a eliminação irlandesa.

 

  • SITUAÇÃO DO GRUPO

 

P

GP

GC

SG

Espanha

4

5

1

4

Croácia

4

4

2

2

Itália

2

2

2

0

Irlanda

0

1

7

-6

A Itália precisa vencer a Irlanda e torcer para que no outro jogo haja vencedor. Em caso de empate, que seja no máximo por 1 a 1, já que uma igualdade em dois gols elimina a Azzurra. Espanha e Croácia disputam o primeiro lugar e a vaga independente do resultado italiano. Torço para que não tenhamos uma palhaçada de “jogo de compadres” por um empate em 2 a 2 que garantiria as duas seleções na outra fase.

  • O LÍDER

EspanhaDel Bosque errou no primeiro jogo ao escalar Fabregas no comando do ataque e deixar a equipe sem uma referencia na área. Erro consertado no segundo cotejo, e o resultado foi visto. Dois gols de Torres que ajudaram a construir a goleada que coloca a Espanha na liderança do grupo.

GRUPO D

  • Outro grande clássico de seleções em momentos distintos. De um lado, a empolgante França, do outro a combalida Inglaterra. No entanto, em campo, os ingleses mostraram bastante determinação e conseguiram um importante empate no mais duro jogo do grupo e sem seu melhor jogador, Rooney, que só volta na terceira e última rodada. Lescott e Nasri anotaram um pra cada lado e asseguraram a igualdade. No outro jogo, um daqueles momentos que só o futebol é capaz de proporcionar. Perdendo por 1 a 0 (gol de Ibrahimovic) diante de seu torcedor, a co-anfitriã Ucrânia viu o maior jogador de sua história, Shevchenko, anotar dois gols e virar o marcador naquele que foi um dos seus últimos jogos com a camisa da seleção, uma vez que após a Euro, o eterno camisa sete se aposenta. Sem dúvidas, um momento épico.
  • França e Ucrânia começou, foi interrompido pela chuva, e quando voltou, ainda parecia interrompido. Um primeiro tempo chato, sonolento, foi o que se viu em Donetsk. Em contrapartida, na segunda etapa, a seleção azul acordou e com um futebol envolvente, de passes rápidos e boas infiltrações, anotou 2 a 0, gols de Menez e Cabaye. Suécia e Inglaterra, a exemplo do outro jogo, também fizeram um primeiro tempo sem muitas emoções, exceção feita pelo gol de Carroll. Porém, o segundo tempo foi sem dúvidas, os melhores quarenta e cinco minutos já jogados nessa Euro. Em dez minutos, em dois lances de bola parada, a Suécia virou o jogo com um gol contra de Johnson e um de Mellberg. Após o segundo gol sueco, Roy Hodgson trocou Milner por Walcott e viu seu camisa sete virar o jogo. Primeiro em belo gol de fora da área que contou com ajuda do goleiro Isaksson, e depois em sua especialidade. Jogada de velocidade pela direita, chegada na linha de fundo e toque para trás, concluído com estilo por Welbeck para virar e garantir a vitória inglesa e a eliminação de Ibrahimovic e Cia.

 

  • SITUAÇÃO DO GRUPO

 

P

GP

GC

SG

França

4

3

1

2

Inglaterra

4

4

3

1

Ucrânia

3

2

3

-1

Suécia

0

3

5

-2

Inglaterra e Ucrânia duelam direto por uma vaga, com vantagem do empate para os ingleses. Outra vantagem dos britânicos é a volta de Wayne Rooney. Para os ucranianos, apenas o fator casa e a esperança em outra boa apresentação de Shevchenko. No outro jogo, a líder França precisa de um empate para se garantir na outra fase, uma vitória a deixa muito próxima da primeira colocação.

  • O LÍDER

FrançaUma geração jovem e qualificada, faz da França uma das melhores seleções dessa Euro – na opinião desse que vos escreve, a terceira força, abaixo apenas de Alemanha e Espanha. Um futebol envolvente, de bom toque e infiltrações do trio de meias, mais a boa chegada de Cabaye, além de um Benzema que se movimenta bem, abrindo espaços para essas chegadas de quem vem de trás.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Jogo 34 – França 1x2 África do Sul

fra-rsa3

Logo WC10

Ambas as seleções precisavam de uma goleada e ainda contar com um resultado que não fosse o empate no outro jogo, por isso os Bafanas partiram pra cima de uma França em crise. E logo aos 19 minutos de partida conseguiu abrir o placar, com Khumalo que cabeceou sozinho após cobrança de escanteio de Tshabalala. A situação francesa se agravou minutos depois, quando Gourcuff disputou uma bola no alto, o árbitro Oscar Ruiz entendeu como uma cotovelada e mandou “Petit Zidane” para o chuveiro mais cedo. Com um a mais os anfitriões passou a dominar o jogo e logo obteve resultado, aos 36 minutos, quando Masilela cruzou rasante para Mphela ampliar o marcador.

No inicio da segunda etapa, os sulafricanos continuaram em cima, e por pouco não ampliaram com Mphela que recebeu passe de Tshabalala e tirou do goleiro Lloris, mas a bola foi caprichosamente de encontro com a trave. O time de Carlos Alberto Parreira seguiu melhor, controlando o jogo, mas quem acabou marcando foi a França, em rápido contra ataque, Sagna lançou Ribéry nas costas da defesa, o camisa 7 rolou para Malouda tocar para o gol e diminuir. Foi o primeiro e único gol francês na Copa, e serviu apenas para não repetir o vexame de 2002, quando foi eliminada sem marcar sequer um golzinho.

Os Bafanas Bafanas bem que continuaram tentando, mas o placar foi mantido, especialmente pela bela atuação de Lloris, talvez o único jogador francês que se salvou nessa Copa. A África do Sul acaba entrando para a história de uma forma negativa, sendo o primeiro anfitrião eliminado ainda na fase de grupos. E a França, cai de forma vergonhosa, com pouco futebol, muita confusão e a certeza de que o novo técnico Laurent Blanc terá muito trabalho pela frente.

FICHA TÉCNICA:
FRANÇA 1 X 2 ÁFRICA DO SUL

Estádio: Free State, Bloemfontein (AFS)
Data/hora: 22/06/2010 - 11h (de Brasília)
Árbitro: Oscar Ruiz (COL)
Auxiliares: Abraham Gonzalez (COL) e Humberto Clavijo (COL)
Público:
Cartões amarelos:
Diaby (FRA)
Cartões vermelhos: Gourcuff, 25'/1°T (FRA)
Gols: Malouda, 25'/2°T (1-2); Khumalo, 20'/1°T (0-1), Mphela, 37'/1ºT (0-2)

FRANÇA: Lloris, Sagna, Gallas, Squillaci e Clichy; Alou Diarra (Govou, 36'/2°T), Diaby, Gignac (Malouda, intervalo), Ribéry e Gourcuff; Cissé (Henry, 10'/2ºT). Técnico: Raymond Domenech.

ÁFRICA DO SUL: Josephs, Ngcongca (Gaxa, 12'/2°T), Mokoena, Khumalo e Masilela; Sibaya, Khuboni (Modise, 32'/2°T), Pienaar e Tshabalala; Mphela e Parker (Nomvethe, 23'/2°T). Técnico: Carlos Alberto Parreira.

fra-rsa

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Jogo 20 – França 0-2 México

Fra-Mex3

FIFA-Wold-Cup-Logo No ataque e sem medo, o México superou a França e ficou muito próximo de uma vaga para as oitavas. A vitória por 2 a 0,conquistada no segundo tempo com gols de Javier Hernández e Blanco, de pênalti, refletiu a superioridade mexicana nos 90 minutos de jogo, frente a uma seleção francesa apatica e sem organização. É impressionante o quanto o tecnico frances Raymond Domenech brinca de liderar uma equipe, ele manteve Henry no banco o jogo todo, enquanto no campo estava jogadores inferiores tecnicamente como Anelka, Govou e depois Gignac, não da para entender o que se passa na cabeça do treinador frances. Com quatro pontos, o México iguala-se ao Uruguai na liderança do grupo A.

FICHA TECNICA


FRANÇA 0 X 2 MÉXICO

Estádio: Peter Mokaba , Polokwane (AFS)
Data/hora: 17/06/2010 - 15h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Khalil al-Ghamdi (ARA)
Auxiliares: Hassan Kamranifar (IRÃ) e Saleh al-Marzouqi (EAU)
Público: 35.370 pagantes
Cartões amarelos: Toulalan (FRA); Franco, Juárez, Moreno (MEX)
Cartões vermelhos: -
Gols:
Hernández, 19'/2°T (0-1); Blanco, 33'/2°T (0-2)

FRANÇA: Lloris, Sagna, Gallas, Abidal e Evra; Toulalan, Diaby, Malouda e Govou (Valbuena, 23'/2°T); Ribery e Anelka (Gignac, intervalo). Técnico: Raymond Domenech.

MÉXICO: Pérez, Osorio, Moreno, Rodríguez e Salcido; Rafael Márquez, Juárez (Hernández, 9'/2°T) e Torrado; Giovanni dos Santos, Vela (Barrera, 31'/1ºT) e Franco (Blanco, 17'/2ºT). Técnico: Javier Aguirre.

Fra-Mex

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Jogo 02 – Uruguay 0-0 França

FRA_URU

FIFA-Wold-Cup-Logo Uruguay e França fizeram uma partida de baixo nível técnico e muitos erros na segunda partida da Copa do Mundo, os dois times foram muito previsiveis, não arriscaram nada demais, precaução em excesso, os uruguaios ainda tiveram um jogador expulso (Nicolas Lodeiro) aos 36’ do segundo tempo. O jogo terminou com um empate sem gols, o que deixa todas as seleções do Grupo A empatadas em pontos.

FICHA TECNICA

Estádio: Green Point, Cidade do Cabo (AFS)
Data/hora: 11/06/2010 – 15:30 (de Brasília)
Árbitro: Yuichi Nishimiura (JAP)
Auxiliares: Toru Sagara (JAP) e Jeong Hae Sang (JAP)
Cartões amarelos: Victorino, Lodeiro, Lugano (URU); Evra, Ribéry, Toulalan (FRA)
Cartões vermelhos: Lodeiro, 36'/2ºT (URU)

URUGUAY: Muslera; Victorino, Lugano e Godín; Maxi Pereira, Diego Pérez (Eguren - 40'/2ºT), Arévalo, Ignacio González (Nicolas Lodeiro - 17'/2ºT) e Álvaro Pereira; Luis Suárez (Sebástian Abreu - 27'/2ºT) e Forlán
Técnico: Óscar Tabárez

FRANÇA: Lloris; Sagna, Gallas, Abidal e Evra; Toulalan, Diaby, Gourcuff (Malouda - 29'/2ºT) e Govou (Gisnac - 39'/2ºT); Ribéry e Anelka (Henry - 26'/2ºT)
Técnico: Raymond Domenech

sexta-feira, 4 de junho de 2010

França - Thierry Henry - 07 dias



Thierry Henry
Clube - Barcelona
Posição - Atacante
Idade - 32
Altura - 1,88
Peso - 83

quarta-feira, 26 de maio de 2010

França - Franck Ribéry - 16 dias



Franck Ribéry
Clube - Bayern München
Posição - Meia-Atacante
Idade - 27
Altura - 1,70
Peso - 72

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A Visão na África - FRANÇA

Está chegando a hora pessoal, são só 48 dias para ser dado o pontapé inicial na Copa do Mundo. Enquanto isso não acontece, continuamos “desvendando” as favoritas. Hoje é a vez daquela que seria a maior zebra entre as oito principais candidatas, a seleção Francesa.

Não foi nada fácil para os azuis conseguirem a vaga no mundial. Segunda colocada em seu grupo nas eliminatórias, a França teve que encarar a repescagem contra a forte seleção da Irlanda, e graças a um polêmico gol, onde Henry ajeitou a bola com a mão e passou para Gallas marcar, a equipe de Raymond Domenech assegurou a participação no mundial. Além disso, foi um fiasco na Euro Copa em 2008, onde amargou a lanterna em seu grupo somando apenas um ponto. Porém, nunca se pode menosprezar uma seleção com um plantel como o francês. Grandes jogadores e a tradição dos atuais vice-campeões fazem de “Les Bleus” um dos mais fortes aspirantes a levar o troféu.

FRANÇA




Fédération Française de Football

Ranking FIFA: 8º

Copas Disputadas: 12

Melhor Colocação: Campeã (1998).

Em 2006: Vice-Campeã

Provável Convocação:

GOLEIROS: Hugo Lloris (Lyon); Steve Mandanda (Olympique Marseille); Cedric Carrasso (Bordeaux).

DEFENSORES: Aly Cissokho (Lyon); Patrice Evra (Manchester United); Eric Abidal (Barcelona); Bacary Sagna (Arsenal); Jean-Alain Boumsong (Lyon); Michael Ciani (Bordeaux); Julien Escude (Sevilla); William Gallas (Arsenal).

MEIO CAMPISTAS: Samir Nasri (Arsenal); Lassana Diarra (Real Madrid); Yoann Gourcuff (Bordeaux); Florent Malouda (Chelsea); Alou Diarra (Bordeaux); Jeremy Toulalan (Lyon); Franck Ribéry (Bayern München).

ATACANTES: Thierry Henry (Barcelona); Nicolas Anelka (Chelsea); Andre Pierre Gignac (Toulouse); Sidney Govou (Lyon); Karim Benzema (Real Madrid).

TIME BASE: Hugo Lloris; Bacary Sagna, William Gallas, Eric Abidal e Patrice Evra; Jeremy Toulalan, Lassana Diarra, Franck Ribéry e Yoann Gourcuff; Thierry Henry e Nicolas Anelka.

TÉCNICO: Raymond Domenech.

O CARA: Thierry Henry


Apesar de estar vivendo um mau momento no Barcelona, onde foi parar no banco de reservas, Henry continua sendo o grande jogador e grande esperança dos franceses na busca do bi-mundial. Sua técnica e experiência fazem dele um jogador especial, que mesmo aos 32 anos pode ser decisivo e essencial na campanha dos galos. O único remanescente da era dourada do futebol francês no fim dos anos 90 carrega consigo a faixa de capitão e a sapiência de que essa será a sua última chance de título pela seleção de seu país, e para isso, vai fazer de tudo, até mesmo “usar as mãos”.

OLHO NELE: Yoann Gourcuff


Cerebral. Talvez essa seja a melhor definição do camisa 8 do Bordeaux. Gourcuff é chamado de “Petit Zidane” pelos franceses, devido a sua inteligência e capacidade de resolver um jogo. Lançamentos precisos, maestria na bola parada e visão de jogo são as principais características de Gourcuff, que tem a missão de municiar bem os artilheiros azuis para levar a França a mais um caneco.

O PEREBA: Bacary Sagna


A lateral direita é um problema pra cabeça de Raymond Domenech. Fraco na marcação e deficiente no apoio, Sagna não é nem de longe o lateral dos sonhos do torcedor francês, e aquele pode ser o caminho das pedras para os adversários diante dos azuis.

PONTO FORTE: Quarteto Ofensivo

Gourcuff, Ribéry, Anelka e Henry formam um quarteto assustador e que pode bater qualquer adversário. Gourcuff com passes e lançamentos capazes de desmontar qualquer defesa. Ribéry, rápido e habilidoso, pode resolver uma partida em uma jogada individual. Anelka é experiente e artilheiro, tem faro de gol e sabe os atalhos do campo. Henry dispensa comentários. É um dos maiores atacantes da história do futebol e todos sabem da sua capacidade e poder de decisão. A torcida francesa espera que esse quadrado mágico possa estar inspirado durante o Mundial para buscarem a taça.

PONTO FRACO: Treinador

Seria o pereba do time. Não ficou com o posto simplesmente porque não vai pra dentro das quatro linhas. Totalmente descontrolado, Domenech não tem o grupo nas mãos e muito menos um padrão tático definido, além de não convocar jogadores que estariam facilmente no time, como Nasri e Mexes. E convenhamos, com o material humano que tem em mãos, não era de se esperar que o treinador francês conseguisse a vaga no mundial com um pouquinho mais de facilidade e uma campanha descente na Euro?! Por essas e outras, o “professor” ou “professeur” é o grande déficit do time azul.